Hutsch Guitars na Music Show Experience, feira da música em São Paulo!


Olá, hoje o assunto é nossa recente participação na feira da música de São Paulo, Music Show Experience!

Acabamos de retornar do evento, e as impressões positivas foram as melhores.

Quando fomos convidados a participar, a proposta da organização (muito bem feita pela equipe do Daniel Neves da Música e Mercado), era de criar um novo formato de feira. 

A tempos, a feira da música realizada em São Paulo, vinha em processo constante de esvaziamento e diminuição. Apesar do tempo já de experiência no mercado, o evento não privilegiava inovações, os músicos e nem mesmo o mesmo o mercado nacional. O público “consumidor final” era ignorado em detrimento dos logistas e profissionais do mercado, e o resultado final foi a debandada do público e consequentemente dos expositores.

A Music Show Experience veio exatamente nesse pior momento do mercado, trazendo todo mundo junto, aceitando sugestões abrindo espaço e privilegiando os amantes da música em geral.Foram criados espaços novos, indicados para produtos feitos em pequena escala ou Hand Made, além de espaços específicos para lojistas e compradores.

Muitos músicos e bandas e especialistas estiveram presentes em apresentações, palestras, e rodas de conversa, alguns youtubers foram convidados para geração de conteúdo e materiais, enfim, uma grande festa aberta e convidativa para todos e o resultado não poderia ter sido outro, feira cheia, expositores sendo privilégiados ao mostrar e negociar produtos com seu público.

Nós da Hutsch Guitars e Henrique Luthier, nos sentimos honrados em ter participado desse novo momento do mercado e fizemos um grande esforço para participar e levar o que podemos oferecer de melhor. Guitarras inovadoras, com design diferenciado, ótimo acabamento, de fácil tocabilidade e sonoridade de alto nível.

Foi um excelente momento para apresentar coisas novas, e ficamos muito satisfeitos com o feedback de vários clientes, a respeito das nossas guitarras, principalmente no quesito qualidade e inovação, pois são instrumentos que saem um fora da linha tradicionalista como tele, strato, como  o nosso modelo Futura e Moderna que receberam destaque em nosso stand.

A Futura inclusive, foi um lançamento especialmente preparado para feira, desde a etapa de projeto, cortes de gabarito, utilização de madeiras não tradicionais, o modelo uniu o design agressivo, ergonômico, sem deixar de ser clássico e ter sonoridade que vai desde sons mais pesados, a levadas mais calmas e limpas.

  

 

 

A ponte utilizada é um tremolo Gotoh 510, com preparação para alavancada nos dois sentido (assim como um floyd rose) mas sem aquela parafernália de parafusos e travas. A ponte ficou muito estável e não desafinou ao ser tocada por vários tipos de músicos, amparada por um sistema de tarraxas com trava da gotoh  também. Os captadores foram muito bem construídos pela nossa parceira Fullertone e apresentaram níveis de ruído baixíssimos, aliados a uma grande dinâmica de frequências, sem embolar e definição absurda tanto com distorção ou limpo. Nas madeiras usamos muito material nacional, com conjugações agradáveis de se ver. Materiais como Marupá, roxinho, ipê, peroba e braúna ganharam destaque na linha e surpreendentemente, (para os clientes) elas não deixaram nada a dever para as madeiras importadas e tradicionais.

Já a Moderna foi preparada para ser muito confortável, leve e mais atualizada com uma grande leva de guitarristas que não gosta ou não utiliza ponte tremolo e nem recursos como push pull. O som clássico da guitarra foi valorizado, com Humbuckers com som gordo e definido, com níveis baixíssimos de ruído.As madeiras também apresentaram variações em relação as tradicionais, e combinações foram feitas com freijó, sucupira, braúna, vinhático, mogno, e maple.

  

 

 

Esteve também presente em nosso stand um modelo telecaster bem modificado em relação ao padrão tradicional, com novas curvas e chanfros, e um acabamento na linha rústica que valorizou a cara vintage do projeto. O captador p90 foi muito elogiado pela clareza e definição e incrivelmente com nível de ruído muito baixo também, longe daquela chiadeira do tradicional p90. O single vintage da ponte trouxe aos amantes do country e blues aquela vibe retrô e divertida desses estilos. Utilizamos uma ponte Kluson ao estilo tradicional com carrinhos em latão, e tarraxas vintage gotoh super precisas e estáveis. Olha que eu mesmo não acreditava que existia tanto público para esse estilo, mas a guitarra foi extremamente paparicada por muitos músicos.

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A nossa strato foi a que reservamos ao público mais tradicional a porta de entrada para conhecer inovações como melhorias no encaixe do braço e madeiras, com a pegada vintage também, pintura nitrocelulose, captadores a lá Jimi Hendrix, mas com muito mais versatilidade de alavancada e peso com o humbucker instalado na ponte. Madeiras nacionais foram utilizadas, quase que em pegadinha aos músicos que não conseguiam acreditar que o som era fiel as mais tradicionais marcas. É nítido a importância e admiração a esse modelo que inspirou muitos guitarristas desde a sua concepção nos primórdios da guitarra. Tanto que ela nem voltou pra casa, e já está em boas mãos fazendo música por aí!

 

 

Claro também que não poderiamos esquecer dos amigos e colegas de profissão que participaram dessa empreitada, destaque aos handmades, ACS, 2 Luthiers, Pedrone Amps, Rox Stage, Caracik, Novaes, Acedo, Cristian Bove, Wood, SGT, Carroza, B&H escola de luthieria, Instituto Romanos, Klingen, Grupo Criar, Crush, Moya, Red Foot, HC, Mesk , Gutti, Germano M, AMB, Quimera, Malagoli, Zepp, Fire, MusicBoard, Mendes, Mazok, S Martyn, Zepp e me desculpem se esquecemos de alguém. Todos apresentaram produtos de altíssimo nível, feitos com todo carinho esmero, algo que espero e deverá ser reconhecido em curto prazo por todos os músicos daqui pra frente e que no Brasil tem sim muita gente boa e produzindo produtos de qualidade. Chega de pensar que só o que é “gringo” presta, e devemos e podemos fortalecer ainda mais nosso mercado nacional de produtos e profissionais. Também vale ressaltar o ambiente entre todos os expositores, que por mais que sejam em alguns casos “concorrentes”, deixaram todas as diferenças de lado e foram acolhedores e parceiros em prol de um mercado e não de uma rixa pessoal.

A crítica claro que não poderia não existir ficou a cargo do nível de ruído do local, provocado por alguns palcos expositores, mas nada que uma boa conversa e respeito mútuo não resolvam esse problema numa próxima edição.

Para quem quer ver mais de pertinho, fomos entrevistados pelo Cifraclub e pelo site Pedais e efeitos! Olha aí o vídeo com as guitarras.

E assim fechamos nossa resenha do evento, com a cabeça já em 2019, pois ano que vem TEREMOS feira novamente, e nós já estamos ansiosos para nos organizar e levar novos produtos ainda melhores e mais inovadores a todo público. Então anote aí, ano que vem tem mais e nos vemos na Music Show Experience. 

Um Grande abraço e até mais.

Olá, hoje o papo é CORDAS.

E você já parou pra pensar nesse assunto?

Menosprezado pela maioria esmadora dos músicos, as cordas tem “segredos” que fazem total diferença no seu instrumento musical.

Pense bem, um instrumento é fabricado para receber as cordas e ser tocado. É na corda que todo o esforço e todo projeto do instrumento entra em ação.

Sendo assim, tudo que existe em um instrumento musical, passa primeiro pelo estudo das cordas e seu comportamento.

Veja o vídeo abaixo onde eu explico melhor esses comportamento.

O principal, é entender que a corda exige esforço do instrumento, e esse esforço tem que ser sustentado pelo instrumento. Sendo assim as recomendações que o fabricante de cada instrumento que é feito deve ser seguida a risca. Ou caso você queira fazer alguma mudança de tipo de corda ou calibre, é importante ter o parecer técnico de um profissional e caso seja possível realizar o ajuste de acordo com o tipo de encordoamento você escolheu.

Além disso, é indispensável aquele cuidado básico, pois nenhum instrumento é indestrutível e TODOS precisam de cuidados e ajustes básicos.

Se você quiser conhecer um pouco mais sobre esses cuidados acesse esse post do nosso Blog. 

Como limpar e conservar seu instrumento musical

 

Se gostou deixe seu comentário e compartilhe com os amigos!

Até a próxima!

 

 

 

Olá, hoje vamos mostrar o resultado de um trabalho de customização, da pintura dessa guitarra Epiphone Les Paul Standard.
O instrumento pertence ao guitarrista da Banda Wolf Machine, Diego Bambirra. 
O Diego nos procurou com essa guitarra aqui da foto abaixo 

Ele queria mudar completamente a pintura da guitarra, e nos trouxe uma foto do modelo de pintura que gostaria de pintar

Olha ai a foto que ele nos trouxe:

Essa guitarra da foto acima, trata-se de um modelo especial de aniversário da Gibson Les Paul Flood

Essa pintura pode ser feita de algumas formas diferentes, mas nós optamos por fazer, utilizando um efeito que se chama Marblizer.

O Marblizer é um tipo de “tinta” se assim podemos dizer, que é vendida pela House of Kolor. A empresa americana é especialista em vender produtos especiais para customização de pinturas.

Como a guitarra do Diego era toda preta, tivemos que remover toda a tinta e voltar a guitarra toda na madeira, preparar o lixamento, selar os poros, preparar o fundo e só depois desse trabalhão todo começamos a pintar a guitarra de verdade.

Para se obter o efeito do marblizer, funciona da seguinte forma: 

As partes mais claras da pintura são efetivamente a tinta do efeito. As partes mais escuras são a tinta de preparação do fundo.

Então depois que removemos toda a tinta, pintamos novamente o tampo da Les Paul de preto, para fazer a interação do fundo com o efeito Marblizer.

Aplicamos o Marblizer por cima do preto e é aí que o efeito acontece. O marblizer, demora para secar quando aplicado e assim a tinta fica maleável. Com a ajuda de um plástico mais fino, nos conseguimos moldar essa tinta, que está maleável e os efeitos começam a aparecer.

Como o Marblizer que utilizamos é esbranquiçado, não dá pra ver muita coisa quando se aplica ele, porém logo após secar ao toque, utilizamos um tingidor candy preparado de uma cor azul bem claro e aplicamos na guitarra para, tanto para definir o efeito e também já ir preparando a cor.

Olha aí a foto logo depois de ter feito o efeito.

Após esse trabalho, fomos para a parte do acerto final da cor e ai além de mais camada de azul claro, também utilizamos um azul mais escuro para fazer o escurecimento da lateral e também essa cor azul mais escura da lateral foi usada no restante do corpo e parte traseira do braço.

Olha ai o resultado abaixo.

Por último mas não menos importante, é a hora do verniz! Abaixo na foto, já da pra ver a guitarra com algumas camadas já aplicadas e sendo finalizada as últimas demãos.

 

E depois desse trabalhão todo, ainda tem o tempo de secagem do verniz. Aqui gostamos de deixar pelo menos 10 dias para secagem.

Esse tempo é dado pelo seguinte, o verniz seca e já está apto para polir em 24 horas, porém pode não parecer, mas se você faz o polimento logo essas 24 horas, na hora que você termina fica até bom, mas passado alguns dias o verniz começa a assentar definitivamente na peça aplicada, e aí ele pode ficar cheio de marcas. 

Por isso um prazo de 10 dias no mínimo para secagem é importante.

Logo após esse prazo, fizemos o polimento e a guitarra seguiu para montagem.

Os captadores dela foram trocados e colocamos os famosos EMG 81 e 85, trocamos as molduras, os knobs, polimos os trastes, trocamos a pestana e regulamos!

E está ai a guitarra finalizada!

E ela já foi pro Show!

 

Sigam o instagram da banda – https://www.instagram.com/bandawolfmachine1933/

E se você curtiu e quer fazer uma customização no seu instrumento também, nos procure, e compartilhe com seus amigos!

Henrique Luthier é uma luthieria em BH, situada na rua Professor Morais numero 43 savassi. 

Um Grande Abraço e até o próximo post!

 

 

 

Olá pessoal!

Hoje vamos falar de um instrumento que fabricamos. Trata-se de um modelo Modern strat.

Nós utilizamos em sua construção, o tampo de Quilted Maple, o fundo em mogno e a escala e o braço em maple.

O quilted maple tem como característica visual, as ondas da madeira. Sendo assim trabalhamos com uma cor para poder dar profundidade e trazer os desenhos da madeira a tona. Finalizamos ele com verniz PU alto brilho para dar um charme a mais.

Na parte de trás do corpo fizemos um verniz PU fosco no mogno, que além de valorizar a beleza da madeira, deixa um aspecto bem natural como se a madeira estivesse “exposta”.

No braço o verniz na parte da escala é brilhante, pois o brilhante fecha melhor os poros da madeira e evita que a sujeira grude e estrague a aparência da escala, já na parte de trás, fizemos o verniz fosco acetinado que garante uma melhor tocabilidade, pois a mão, desliza mais facilmente.
Os trastes como sempre usamos inox. A grande vantagem é que além da durabilidade altíssima, o inox ao ser polido fica mais liso e facilita os Bends.

Na captação tentamos trazer o som metal, ao estilo Iron Maiden, pelo gosto do cliente, e chegamos em um resultado bem legal em parceria com a Fullertone pickups.

As ferragens, utilizamos todas da marca Gotoh, que dispensa apresentações. São muito bem feitas, muito precisas, muito bem acabadas e resistentes.

Realmente o resultado final ficou lindo.

Acesse o vídeo e veja nos detalhes.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal do youtube, e se quiser um orçamento acesse
www.hutschguitars.com.br

E se quiser escutar um pouco do som, acesse esse vídeo abaixo:

Um grande abraço e até a próxima!

Olá pessoal!

Hoje vamos falar um pouco mais sobre como encomendar sua guitarra de luthier.

Mais especificamente sobre os nossos instrumentos, Hutsch Custom Shop Guitars!

Encomendar uma guitarra de luthier pode ser uma tarefa difícil, mas vamos tentar facilitar o assunto.

Primeiro é preciso responder a pergunta:

Porque encomendar uma guitarra de luthier?

O instrumento feito por um luthier, geralmente é feito de forma mais artesanal e sob mais cuidados.
Trabalhando em toda cadeia de construção o luthier é capaz de identificar, mediante a uma consulta com o próprio cliente, quais são suas necessidade e dificuldades na hora de se tocar um instrumento, e produzir um produto mais adequado a necessidade do músico.
Também consegue enxergar melhor a matéria prima e trabalhar de forma mais correta para se preservar as qualidades do produto.

Instrumento de luthier é caro?
É natural que um instrumento fabricado sob encomenda seja mais “caro” . Eu coloquei a palavra entre aspas, pois caro é um conceito de percepção de produto. Ter um instrumento feito sob medida, com materiais de boa qualidade é algo bem diferente de se ter um instrumento fabricado em linha com produção genérica, mediante a um processo para atender a margem de preço do mercado.

Mesmo em instrumentos considerados Topo de linha, esse processo de fabricação sempre visa atender a quantidade, e não qualidade.
Qualidade só é possível se obter quando o produto é feito sob cuidados em cada etapa de processo. É aí que o luthier geralmente ganha em relação as marcas de produção em linha.

Falando por própria experiência, entregar um instrumento de qualidade para um cliente é muito mais importante pra gente, do que nossa margem de lucro, e frequentemente sacrificamos a lucratividade em troca de qualidade, pois um produto específico, uma peça apenas, para nós é muito importante, diferentemente uma fábrica de grande porte que quer garantir produtividade.

Quem deve comprar um instrumento de luthier?

Indicamos nosso produto a pessoas que já possuem experiência com o instrumento e assim podem fornecer um feedback melhor em relação a suas necessidades, baseado na percepções que já obtiveram ao usar outras marcas.

Quero encomendar , o que fazer?

Nos possuímos um sistema de geração de orçamento em nosso site www.hutschguitars.com.br/comprar , no link você consegue montar o seu projeto, e mesmo que não tenha certeza sobre as configurações que quer, você poderá montar com configurações básicas e assim que receber o seu retorno, pode nos informar todas as necessidades pelo próprio e-mail que vamos lhe direcionar ao melhor caminho.

Abaixo segue um vídeo, explicando melhor o processo de encomenda.
Confira aí!

Um abraço e até a próxima!
Henrique Luthier

Instrumentos Musicais feitos de madeira são muitos sensíveis. São construídos com várias partes coladas e que sofrem a tensão de cordas.

Pensando dessa forma identificamos que calor e umidade são os maiores vilões dos instrumentos musicais.

O calor, pode derreter as colagens das mais variadas partes do instrumento, por exemplo o cavalete do violão que pode soltar ao receber muito calor, uma maneira boa de evitar isso é não deixando o instrumento em locais quentes ou que recebam incisão de sol, se for necessário o transporte por exemplo em um porta-malas de carro, pode-se afrouxar as cordas do instrumento para evitar a pressão na colagem em um momento de extremo calor. Além de tudo o clima quente e seco pode causar rachaduras no instrumento.

A umidade, pode causar ferrugem nas partes metálicas e também alterar a resistência das colagens, alem de amolecer e dilatar a madeira. A melhor maneira é evitar locais como porões, guarda roupas, deixar longe de paredes úmidas e etc.

Cases e bags são ideais para proteger o instrumento no transporte, se você for transportar em em porta malas de carro, ônibus ou avião, de preferência ao case, se for transportar com você o instrumento, prefira o Bag que é mais leve e confortável. Nenhum dos dois é indicado para se deixar o instrumento guardado em casa, pois na maioria dos casos são feitos em tecidos que acumulam umidade e a transferem para o instrumento ocasionando empenamentos e descolagens.

Para deixar em casa o instrumento, o ideal é deixar em um suporte de chão com o apoio do braço fora de capas e cases. Se não tiver como guardar dessa forma (caso em casa tenha animais domésticos e crianças), pode-se deixa-lo em um case ou bag, observando de afrouxar as cordas do instrumento caso você não o esteja tocando frequentemente e de vez em quando deixando o case ou o bag abertos para não agruparem umidade.

Revisões periódicas são necessárias, recomendamos pelo menos uma revisão a cada 6 meses, mas você pode ajudar a manter seu instrumento em boas condições. A limpeza deve ser algo rotineiro, existem produtos específicos para limpeza da escala e limpeza da pintura do instrumento, no caso da pintura pode-se utilizar um lustrador ou desengordurante, de preferencia líquida e com um algodão fazer a aplicação e retirar o excesso com uma flanela e pano de microfibra.

Para pinturas foscas não é recomendável nenhum produto, apenas utilize uma flanela úmida, e caso a sujeira for muito profunda um pouco de produto desengordurante deve fazer o trabalho.

Para escala, limpe o excesso de gordura acumulada dos dedos com uma estopa e aplique um óleo tipo peroba ou limão para proteção da madeira. Escalas envernizadas devem ser limpas com o mesmo produto de limpeza de pinturas, não utilize óleos ou produtos abrasivos.

E para as cordas, após cada vez que tocar, limpe com uma flanela seca, existem produtos específicos também para essa limpeza como das marcas dunlop, planet waves etc.

E lembre-se cordas velhas e enferrujadas alem de prejudicarem o timbre e a tocabilidade do instrumento, também espalham oxidação por todas as partes metálicas do instrumento, alem de danificar os trastes. Ao aparecerem sinais de oxidação, troque as cordas e evite futuros transtornos!